sexta-feira, 17 de julho de 2015

10 tentativas incríveis de explicar o tempo

Como já diria o grande Cazuza, “o tempo não para”. Quer você queira ou não, ele está sempre correndo com toda disposição do mundo. Mas, afinal de contas… O que é o tempo?

O tempo, meus amigos, é uma coisa estranha. Nós todos parecemos experimentá-lo da mesma forma, mas, às vezes, ele passa mais rápido para mim do que para você. Ou mais lentamente. E parece que quanto mais velhos a gente vai ficando, mais rápido ele passa.

Várias teorias tentaram explicá-lo melhor que eu. Sendo verdadeiras ou não, elas cumprem a missão de colocar uma pulga atrás na nossa orelha e nos fazer refletir por alguns instantes.

10. A Teoria de Santo Agostinho da relação entre tempo e mente



O filósofo cristão Santo Agostinho acreditava que o tempo não era absolutamente infinito. O tempo era, segundo ele, criado por Deus, e era impossível criar algo que fosse infinito.

Ele também disse que o tempo existe somente em nossa mente, tirando a conclusão bizarra de que tudo tem a ver com a forma como nós interpretamos essa grandeza.

Podemos dizer que algo durou “muito” tempo ou “pouco” tempo, mas Santo Agostinho dizia que não há nenhuma maneira real de quantificar isso.

Quando algo está no passado, já não tem quaisquer propriedades de ser alguma coisa, porque esse algo não existe mais, e quando dizemos que alguma coisa levou muito tempo, é só porque nós estamos lembrando dela dessa forma. Uma vez que só medimos o tempo com base em nossa percepção dele, então só deve existir em nossas cabeças. O futuro ainda não existe, de modo que não podemos ter quaisquer quantidades mensuráveis dele.

A única coisa que existe é o presente (e isso é um conceito complicado ao qual nós vamos chegar em um minuto).

9. A topologia do tempo



Com o que o tempo parece? Se você tentar imaginar o tempo, você vai vê-lo como uma linha reta que dura para sempre? Ou você o entenderia como uma espiral, que dá voltas e mais voltas sem parar?

Antes de você fritar seus miolos tentando descobrir uma resposta, vamos economizar seu tempo: obviamente, não há nenhuma resposta certa. Mas há algumas ideias intrigantes sobre esse desafio.

Segundo Aristóteles, o tempo não pode existir como uma linha, pelo menos não uma com um começo ou um fim, mesmo que provavelmente tenha havido uma época em que, bem, o tempo começou.

Para que haja um momento no tempo quando ele começou, tem que haver alguma coisa antes que tenha marcado seu início. O mesmo vale para o fim dos tempos, segundo ele.

Há também o problema de quantas linhas de tempo existem. Será que existe uma linha do tempo em que tudo se desloca junto, ou existem várias linhas de tempo que se cruzam alternadamente ou correm paralelas umas as outras? Ou o tempo é uma única linha com um monte de galhos? Ou, ainda, será que existem momentos nessa tal corrente que existem independentemente de outros momentos?

Há uma abundância de opiniões, nenhuma exata.

8. A Teoria do Presente Ilusório



A ideia dos presentes ilusórios lida com a questão de quanto o tempo presente realmente dura. A resposta habitual, que diz algo sobre ele ser o “agora”, não é muito descritiva. Por exemplo, quando estamos no meio de uma conversa com alguém e estamos no meio de uma frase, o início da frase já é passado, mas a conversa em si ainda está ocorrendo no presente.

Então, quanto tempo o presente realmente deve durar?

E. R. Clay e William James se referem a esta ideia como o presente especioso – ou seja, o espaço de tempo que nós percebemos como presente. Eles sugerem que esse momento pode ser tão curto quanto alguns segundos e, provavelmente, não mais do que um minuto. De qualquer forma, eles chamam de “presente” a quantidade de tempo da qual estamos imediatamente conscientemente.

Dentro disso, ainda há um pouco de espaço para discutir. O presente poderia, teoricamente, ter algo a ver com quanto tempo de memória de curto prazo uma pessoa tem. Quanto mais tempo ela tem, maior é o presente para ela.

Há também a ideia de que isso é apenas uma questão de percepção instantânea, e o segundo é passado e você está confiando em sua memória de curto prazo, um momento que já não é uma parte do presente.

Depois, há o problema do presente e algo de um presente prolongado, que é onde o presente ilusório entra. O presente não deve ter duração de tempo real, porque se tivesse, parte desse tempo estaria no passado e parte no futuro, contradizendo a si mesmo. Assim, o presente ilusório tenta explicar o presente como um intervalo de tempo que tem duração, ainda que seja uma coisa separada da presente objetivo.

7. Pessoas baixinhas experimentam o “agora” mais cedo que as outras



Parece estranho, mas faz sentido. Esta teoria foi apresentada por um neurocientista chamado David Eagleman, e é chamada de “ligações temporais”. Ela é construída em torno da ideia de que nós experimentamos o mundo em pacotes de informações que são recolhidos pelos nossos sentidos e processados no cérebro.

Diferentes partes do corpo, mesmo que recebam essas informações ao mesmo tempo, demoram ligeiramente diferentes quantidades de tempo para levá-las até o cérebro.

Digamos que você está trocando mensagens de texto com alguém, e você bate a cabeça em um poste ao mesmo tempo em que chuta uma pedra. Em teoria, as informações recolhidas de seu ferimento na cabeça vão chegar ao seu cérebro mais rápido do que a informações de dor enviadas pelo seu dedo do pé, mas você acha que as sente ao mesmo tempo.

Isso porque existem certos padrões cerebrais para uma espécie de organograma sensorial que coloca as coisas em uma ordem que faz a gente sentir as coisas em escalas. Esse atraso no processamento de informação é o que faz as pessoas mais baixas sentirem o “agora” um pouco mais cedo.

Uma pessoa mais curta, digamos assim, realmente vivencia uma versão mais precisa do tempo, porque há menos atraso na transmissão de informações para o cérebro.

6. O tempo está ficando mais lerdo – e nós podemos perceber isso



Um dos problemas de longa data da física tem sido a existência de energia escura. Nós podemos ver seus efeitos, mas ainda não temos ideia do que ela seja exatamente. Uma equipe de professores da Universidade do País Basco, em Bilbao, e da Universidade de Salamanca, na Espanha, têm sugerido que todos os nossos esforços para encontrar e definir a energia escura tem sido em vão, simplesmente porque ela não existe.

Em vez disso, dizem eles, todos os efeitos da energia escura podem ser explicados pela ideia alternativa de que o que estamos realmente vendo é tempo diminuindo sua velocidade, e se preparando para uma eventual parada.

Veja, por exemplo, o fenômeno astronômico de desvio da luz para o vermelho.
Quando vemos estrelas que têm um comprimento de onda de luz que é vermelho, sabemos que elas estão acelerando. O grupo de professores espanhóis está agora tentando explicar o fenômeno da aceleração do universo como sendo o resultado não da presença de energia escura, mas simplesmente de uma ilusão criada pelo tempo em processo de desaceleramento.

A luz leva uma boa quantidade de tempo para chegar até nós. Conforme o tempo passa, ele vai ficando mais lento, fazendo com que pareça que tudo está se acelerando para longe.

O tempo é extremamente lento, mas, dada a vastidão do espaço, é ampliado através da quantidade incompreensível de distância, o que significa que podemos ver isso quando olhamos para as estrelas.

Eles também dizem que, gradualmente, o tempo vai continuar a diminuir até que simplesmente pare completamente. O universo irá congelar para toda a eternidade.

Mas não se preocupe, estamos a salvo. Isso só acontecerá a milhares de milhões de anos de distância, e a Terra já não estará por aqui.

5. O tempo simplesmente não existe



Quando a gente não consegue explicar alguma coisa, essa parece a resposta mais fácil. Mas, na verdade, existe um raciocínio bem interessante por trás dessa afirmação.
Ela foi colocada no mundo pela primeira vez no início de 1900 por um filósofo chamado J. M. E. McTaggart. De acordo com McTaggart, existem duas maneiras diferentes para analisarmos o tempo.

A primeira, chamada de Teoria A, indica que o tempo tem uma ordem e flui ao longo de um caminho; nesta versão do tempo, é possível organizar as coisas conforme elas acontecem. Há uma progressão de eventos do passado para o presente e futuro.

Já uma Teoria B, por outro lado, afirma que a passagem do tempo em si é uma completa ilusão, e não há nenhuma forma de atribuir objetivamente uma ordem particular para as coisas que acontecem.

Esta versão do tempo é aparentemente apoiada por nossas memórias, que tendem a recordar eventos aleatoriamente. Levando essas duas teorias em conta, o filósofo entende que o tempo não existe. Para que ele exista, seria necessário que houvesse uma mudança contínua nos eventos, no mundo ou nas circunstâncias. As teorias A e B, por sua própria definição, não são uma referência para a passagem do tempo, e não há nenhuma mudança compreendida por elas. Portanto, o tempo não existe.

Se a Teoria A sozinha for correta, isso também sugere que o tempo não pode existir. Vamos pensar por exemplo no seu 1º aniversário. Em algum momento, este foi um evento no futuro, mas agora só existe no passado. Como um momento não pode ser passado, presente e futuro, McTaggart diz que a teoria é contraditória e, portanto, impossível, como qualquer ideia de tempo.

4. Teoria da 4ª dimensão e universo em bloco



A teoria da quarta dimensão e a teoria do universo em bloco estão relacionadas com a ideia de tempo como uma dimensão real.

Na quarta dimensão, todos os objetos (obviamente) existem em quatro dimensões em vez de três, e a quarta dimensão, o tempo, pode ser pensada em termos das outras três dimensões.

A teoria do universo em bloco imagina o universo inteiro como sendo um bloco dimensional feito de fatias de tempo. Ele tem largura, profundidade e altura. Todo e cada evento tem uma duração mensurável, sendo que existem camadas de tempo que formam seu todo.

De acordo com essa teoria, cada pessoa é um objeto quadridimensional que existe em camadas de tempo. Sendo assim, existem camadas de tempo para a primeira infância, infância, para a adolescência, e assim por diante.

Sendo assim, essa teoria entende que o tempo, sozinho, não existe. Mas sim que há um passado, presente e futuro, e cada ponto dentro do bloco é qualquer uma dessas três coisas em referência a outros pontos do tempo.

A teoria do universo em bloco também deixa espaço para a ideia de tempo infinito, passado e futuro, dizendo que o bloco dimensional pode se estender até o infinito em qualquer direção.
Isso não deixa espaço para uma mudança no futuro, uma vez que a ocorrência dos eventos no bloco de tempo já existe, e o que chamamos de futuro já foi decidido.

3. O tempo não tem “velocidades”



Ocasionalmente, ouvimos histórias de pessoas que estão em uma situação de risco de morte ou de muito medo – e elas juram que o tempo está ficando mais lento. Muitas vezes isso acontece quando somos confrontados com uma grande decisão, ou quando algo completamente inesperado acontece.

Esse é um fenômeno tão difundido que tem havido muita discussão sobre se estamos permitindo o tempo ir mais devagar para termos mais tempo para processar todas as informações com que estamos sendo confrontados.

Os pesquisadores tentaram entender o que significaria. De acordo com eles, nós poderíamos ser capazes de ver as coisas com uma qualidade maior, e seriamos capazes de escolher mais detalhes conforme as imagens passassem por nós.

O cérebro tende a misturar estímulos conforme as coisas acontecem, de forma que as informações são recebidas com menos de 80 milissegundos de intervalo. Portanto, se o tempo se desacelera, a expectativa é que a gente passe a reconhecer estímulos como eventos separados.
Após vários experimentos, os pesquisadores chegaram à conclusão de que uma experiência que “desacelera” o tempo sugere que não é o momento que está passando mais devagar para nós, mas sim a nossa lembrança dele.

2. Khronos, Kronos e o pai do tempo



Antes de filósofos gregos pensarem sobre como explicar o tempo, havia uma explicação mitológica que incluía a figura do chamado “Pai do Tempo”. Antes que houvesse qualquer coisa, havia os deuses Khronos e Ananke.
Khronos era o Deus do Tempo, e era imaginado como parte homem, parte leão e parte touro. Uma figura fascinante, certamente.

Ananke, uma serpente enrolada em torno do ovo do mundo, era tida como um símbolo da eternidade.

Khronos também aparece na mitologia greco-romana, onde representado dentro da roda de um zodíaco. Como essa roda está desgovernada pelo tempo, ele pode ser jovem ou velho.

Khronos era o pai dos titãs e é muitas vezes mencionado como sinônimo de Kronos, que também foi associado com o tempo. Kronos foi o responsável por castrar seu pai, e mais tarde seria morto por seu próprio filho, Zeus.

Khronos também era responsável pela progressão do tempo através das estações e ao longo dos anos, desde o início, mas as coisas que aconteceriam com homens e mulheres dentro desse tempo eram comandadas por outra figura.

Nós geralmente nos referimos ao tempo por meio de coisas que acontecem conforme ele vai passando. Nós crescemos e, em seguida, nos tornamos velhos. Este ciclo de vida do homem não foi dominado pelo Deus do Tempo, mas sim por Moirai. Klotho girou o fio da vida, começando o ciclo para todos. Lakhesis mediu por quanto tempo o ciclo duraria, enquanto Atropos cortaria o fio. O Moirai iria predizer eventos futuros, bem como o que o destino já havia escrito.

1. Nós não somos bons em perceber o tempo



O tempo parece ser uma questão subentendida por todos. Ele é o que ele é. Mas a grande verdade é que ele quebra as nossas cabeças nos primeiros segundos de discussões sobre temas como a física do espaço, dimensões e todos os assuntos periféricos possíveis.
Nós não somos realmente nada bons em falar sobre o tempo, no entanto, temos parâmetros para medi-lo e prová-lo.

Por um lado, há um tempo sideral, que é o tempo medido pela colocação das estrelas e da rotação da Terra. Isso, obviamente, varia um pouco, por isso temos também o dia solar. Ele é baseado na quantidade de tempo que a Terra leva para fazer uma única rotação sobre o seu eixo, que também é bastante variada. É por isso que, para contar um ano solar, precisamos da média do comprimento das rotações para chegar com o nosso sistema de tempo.

No começo do século 20, porém, cientistas e astrônomos descobriram que a rotação da Terra estava ficando mais lenta. Eles criaram o tempo das efemérides para cobrir possíveis variações, mas esse parâmetro foi extinto em 1979. Em seguida, houve o tempo dinâmico terrestre, que foi mais preciso. Esta métrica foi interrompida em 1991, quando foi renomeado tecnicamente para “tempo terrestre”.

Se você acha que se manter a par de fusos horários parece complicado, você é inocente e não sabe de nada. Ainda hoje, as posições das estrelas e outros corpos solares são usadas em conjunto com o tempo dinâmico terrestre, mas como o resto do mundo está no padrão de tempo universal, é preciso haver uma maneira de converter os dois para que todos se localizem.

Em resumo, nós simplesmente não temos ideia do que fazer com o tempo, mesmo sendo escravos dele todos os dias. Até a questão mais simples relacionada com essa variável é uma grande incógnita, capaz de dar um nó cego nos cérebros mais inteligentes.

Fonte: Hypescience

quinta-feira, 2 de julho de 2015

10 benefícios de beber sumo de limão pela manhã

Um sumo de limão morno de manhã ajuda a arrancar o processo digestivo. De acordo com a filosofia ayurvédica, as opções relacionadas com a rotina diária ou aumentam a resistência às doenças, ou acabam com elas. Ayurveda convida-nos a começar o dia focando-nos nos rituais matinais que trabalham no alinhamento do organismo, no equilíbrio das doshas e potenciam a auto estima e auto disciplina.

Muitos benefícios dos limões são conhecidos há séculos. Os mais importantes são as propriedades anti bacterianas, anti virais e fortalecedoras do sistema imunitario, bem como a ajuda na perca de peso. Os limões contem substâncias cítricas, calcio, magnésio, vitamina C, bioflavenóides, pectina e limoneno que promovem o sistema imunitário e combatem infecções.

Como Preparar: Deve ser feito com água purificada e morna, não a escaldar. Deve-se evitar água fria, porque necessita de mais energia para ser processada. Use sempre limões frescos, se possivel orgânicos e nunca sumo de limão engarrafado. Costumo juntar sumo de ½ limão em cada copo e tomo-o  com água logo de manhã antes de comer seja o que for ou de fazer exercício.





10 - Ajuda a digestão


O sumo de limão elimina matérias indesejáveis e toxinas. A sua composição atómica é semelhante à da saliva e à dos fluidos digestivos.  Encoraja o fígado a produzir bílis que é um ácido essencial à digestão. Os limões são também ricos em minerais e vitaminas que ajudam a soltar toxinas do tracto digestivo. As propriedades digestivas do sumo de limão aliviam sintomas de indigestão como azia, arrotos e flatulência.   A American Cancer Society recomenda sumo de limão morno para estimular movimentos do intestino.  


9 - Purifica o organismo


O limão tem efeito diurético e ajuda a eliminar  matérias indesejáveis e toxinas em parte porque aumenta a taxa de urina no corpo. Desta forma, as toxinas são libertadas mais rapidamente mantendo o tracto urinário saudável. O ácido cítrico dos limões ajuda a maximizar a função das enzimas,  estimulando o fígado e ajudando a desintoxicação.


8 - Fortalece o sistema imunitário


Os limões são ricos em vitamina C que é óptima para afastar constipações. São ricos em potássio, que estimula o cérebro e o sistema nervoso, bem como regula a tensão arterial. O ácido ascórbico, presente nos limões, tem efeitos anti inflamatórios e é usado em casos de asma e outras condições respiratórias, uma vez que aumenta a absorção de ferro pelo organismo. O ferro tem um papel importante no sistema imunitário. Os limões contem também saponinas com propriedades anti microbianas que combatem constipações e gripes.


7 - Equilibra os níveis de PH


Os limões são uns dos alimentos com mais propriedades alcalinas.  Claro que são ácidos por si, mas no organismo são alcalinos. (o ácido cítrico não cria acidez quando metabolizado). Os limões contem ácidos cítrico e ascórbico, ambos facilmente metabolizados permitindo que os componentes minerais melhorem os níveis alcalinos do organismo. A doença ocorre apenas quando quando o PH está ácido. Beber limão com água regularmente ajuda a remover a acidez do corpo, incluindo o ácido úrico nas juntas, uma das principais causas de dores e inflamações.


6 - Limpa a pele


A vitamina C e outros anti-oxidantes diminuem as rugas e manchas e ajudam a combater os danos dos radicais livres. A vitamina C é vital para a luminosidade da pele ao mesmo tempo que a sua natureza alcalina mata alguns tipos de bactérias que causam acne. Pode até ser aplicado directamente em cicatrizes ou em sinais para melhorar o aspecto.  Uma vez que o sumo de limão elimina toxinas do sangue, ajuda a prevenir manchas de dentro para fora.  A vitamina C do limão rejuvenesce a pele a partir do corpo.  


5 - Energiza  e melhora o humor


A energia que o corpo humano recebe dos alimentos vem dos átomos e moléculas. Dá-se uma reacção quando a carga positiva dos ions dos alimentos interage com a carga negativa das enzimas.  O limão é um dos poucos alimentos que contem mais ions com carga negativa, proporcionando ao organismo mais energia quando entra no tracto digestivo. O cheiro do limão  mais brilhante ar o humor  em mais ions com carga negativa  fora.cto.smoé tambem bom para o humor e tem propriedades energizantes. Torna o humor mais brilhante,  ajuda a clarificar a mente, reduz a ansiedade e depressão.  


4 - Promove a cura


O ácido ascorbico, abundante nos limões, promove a cura de ferimentos e é essencial para manter os ossos, tecidos e cartilagens  saudáveis.  Como já referido, a vitamina C tem também propriedades anti inflamatórias o que em conjunto torna o limão essencial para a boa saúde e recuperação de stress e ferimentos. 


3 - Refresca o hálito


Para além de refrescar o hálito, o limão é conhecido por aliviar as dores de dentes e gengivas. Atenção que o ácido citrico pode causar erosão no esmalte dos dentes.  Tome consciência disso. Não lave os dentes logo após tomar o sumo de limão com água. Ou lava antes, ou espera um bom bocado antes de o fazer.



2 - Hidrata o sistema linfático


A água morna com sumo de limão ajudam o sistema imunitário, hidratando e repondo fluidos no corpo. Quando o corpo está carente de água, consegue sentir os efeitos colaterais que incluem cansaço, menor resistência à doença, prisão de ventre, falta de energia, baixa/alta tensão, falta de sono, falta de clareza mental, stress e outros.


1 - Ajuda a perder peso


Os limões são ricos em fibra pectina que ajuda a combater os desejos por comida. Estudos revelam que pessoas que tem uma dieta alcalina, perdem peso mais rapidamente. Pessoalmente, acho que  faço melhores escolhas ao longo do dia, se começar o dia correctamente. Tomar sumo de limão com água morna é uma escolha consciente que afecta o resto do dia. 

segunda-feira, 29 de junho de 2015

10 mistérios inexplicáveis sobre as estrelas

Apesar dos grandes avanços na ciência e tecnologia, o universo está repleto de mistérios e, muitos deles, permanecem sem resposta. Conheça aqui 10 grandes mistérios não solucionados sobre estrelas.


10. A estrela que não deveria existir



Uma estrela na constelação de Leo, chamada SDSS J102915 172927, foi descoberta por uma equipe de astrônomos europeus. em 2011. A estrela é pequena, com apenas cerca de 80% do tamanho do nosso Sol, e julga-se ter aproximadamente 13 mil milhões de anos de idade.

Uma vez que o universo é pensado ter aproximadamente 13,7 mil milhões de anos, esta é uma das mais antigas estrelas conhecidas. Até aqui, nada particularmente incomum sobre esta estrela… exceto que, segundo todas as teorias, ela não deveria existir.

A estrela é composta de 99,99993% de hidrogênio e hélio, elementos que são leves demais para condensar e formar uma estrela por si só. Quando esses números são colocados em qualquer simulação computadorizada, o resultado é sempre o mesmo: a existência da estrela é “impossível”.

Os astrônomos estão intrigados sobre como uma estrela poderia ter-se formado sem a ajuda de elementos mais pesados.


9. A estrela rodeada por espirais



Localizada a 400 anos-luz da Terra, na constelação de Lupus, SAO 206462 chamou a atenção dos astrônomos em 2011. O que surpreendeu não foi a própria estrela, mas sim o que a rodeava: ela parecia ter grandes braços espirais girando em torno dela.

Espirais não são objetos estranhos para os astrônomos, sendo formações comuns em galáxias como a nossa Via Láctea. No entanto, nunca foram observadas espirais em órbita de uma estrela. A causa? Ainda é um mistério – apesar da teoria mais aceite ser a gravidade de planetas a formar espirais de poeira.


8. A estrela eternamente jovem



Messier 4 é um aglomerado globular localizado a cerca de 7.200 anos-luz de distância da Terra, com uma idade calculada em 12,2 mil milhões de anos. Atualmente, pensasse que todas as galáxias eventualmente se tornam aglomerados globulares, uma vez que todo o gás e poeira utilizados para a formação de estrelas se esgota.

Isso significa que todas as estrelas nesse aglomerado são esperadas ser muito antigas – nos estágios finais da sua vida útil. Ao olhar para as estrelas nesta galáxia em particular, em 2012, uma equipa de pesquisadores chilenos encontrou uma estrela rica em lítio.

Embora o lítio não seja um elemento raro em estrelas, é um elemento que queima normalmente nos primeiros biliões de anos do ciclo de vida. Como a maioria das estrelas sobreviventes neste aglomerado tem pelo menos 10 mil milhões de anos, encontrar uma estrela com este elemento foi impressionante.

Os cientistas pensam que a estrela pode ter encontrado uma maneira de reabastecer os seus suprimentos de lítio, que de certa forma mantém a estrela jovem. Como ela reabastece as suas fontes de lítio, no entanto, é um grande mistério.


7. As estrelas que escaparam de um buraco negro



Este mistério envolve provavelmente algumas milhões de estrelas, ao invés de apenas uma. Localizada a “apenas” 2,5 milhões de anos-luz de distância, a galáxia de Andrômeda é a galáxia espiral mais próxima da nossa. No centro desta galáxia está um buraco negro supermassivo, que funciona como um enorme aspirador de pó – tão forte que nem a luz consegue escapar dele.

Em 2005, o telescópio espacial Hubble deu um zoom no núcleo da galáxia e descobriu um disco azul em forma de panqueca rodando perigosamente ao redor do buraco negro. Outras análises mostraram que aquilo não era apenas poeira quente: o brilho vinha de milhões de jovens estrelas azuis. Essas estrelas estão girando em torno do buraco negro a mais de 2,3 milhões de quilômetros por hora. Isso é rápido o suficiente para circundar a Terra no equador em apenas 40 segundos.

O mistério sobre este disco de estrelas é que ele não deveria existir, dadas as forças que existem em torno de buracos negros. O gás do disco e as próprias estrelas deveriam ter sido dilacerados pela imensa gravidade do buraco negro. Como eles foram capazes de permanecer intactos numa órbita tão próxima permanece um mistério.


6. A estrela ambígua



Swift J1822.3-1606 é um tipo especial de estrela – conhecido como estrela de neutrões – localizada a cerca de 20.000 anos-luz de distância na constelação de Ophiuchus. Em geral, há três maneiras para uma estrela acabar a sua vida: como uma anã branca (quando ela é pequena como o nosso Sol), como uma estrela de neutrões (quando ela é pelo menos 8 vezes mais massiva que o Sol) ou como um buraco negro (quando ela é ainda maior).

Os dois últimos são formados após as maiores explosões conhecidas no universo – as supernovas. Existem dois tipos diferentes de estrelas de neutrões: um magnetar (que tem os campos magnéticos mais fortes do universo), e um pulsar, que dispara feixes de radiação eletromagnética dos seus pólos (como um farol).

Durante anos, tudo o que sabíamos sobre essas estrelas nos dizia que elas só poderiam ser de um tipo ou de outro - nunca ambos. Porém, em 2011, cientistas descobriram que a Swift tinha propriedades de ambos tipos. E eles não têm ideia de como uma estrela de neutrões pode apresentar esses dois comportamentos.


5. O planeta que deveria ter sido engolido



Wasp 18 está a 330 anos-luz de distância na constelação de Phoenix, e é cerca de 25% mais massiva do que o nosso Sol. Este mistério também não envolve exatamente a estrela, mas sim o que a orbita.

Em 2009, cientistas descobriram que Wasb 18 tinha um planeta. Apelidado de Wasp-18b, o planeta é ligeiramente maior do que Júpiter, mas tem cerca de 10 vezes a sua massa. Ele tem apenas um pouco menos a massa necessária para ser considerado uma anã marrom – que é uma proto-estrela que não tem massa suficiente para iniciar a fusão nuclear e queimar combustível como as outras estrelas fazem.

O quebra-cabeça dos astrofísicos é que o planeta orbita a estrela a menos de 2 milhões de quilômetros. Em comparação, Mercúrio (o planeta mais próximo do Sol) está a quase 36 milhões de quilômetros do Sol.

Wasp 18b está tão perto de sua estrela que ele completa a sua órbita em menos de 23 horas, e a sua temperatura superficial é de cerca de 2.200 graus Celsius. Estando tão perto, o planeta deveria, eventualmente, cair no seu sol.

Ele já sobreviveu por cerca de 680 milhões de anos, e dada a massa da estrela que orbita, este planeta deveria ter sido consumido há muito tempo. Como um planeta foi capaz de se formar e se manter num local onde os planetas eram considerados incapazes de existir? Essa é uma questão que continua a deixar os astrônomos perplexos.


4. Os planetas que sobreviveram a uma supernova



O pulsar PSR B1257+12 é um remanescente de uma explosão de supernova, portanto, os cientistas nunca esperavam encontrar planetas perto dele. Mas eles descobriram um sistema solar inteiro – três planetas e um planeta-anão a orbitando o pulsar. Pensando que mundos assim devem ser comuns, os cientistas começaram a procurar por outros planetas em pulsares.

No entanto, apenas um outro pulsar foi confirmado ter um único planeta que o orbita, mostrando que eles são de fato extremamente raros. Como a explosão da supernova não arremessou os planetas a biliões de quilômetros de distância (ou os destruiu)?


3. A estrela variante



V838 Monocerotis está localizada na constelação de Monoceros, a cerca de 20.000 anos-luz da Terra, e já foi considerada uma das maiores estrelas do universo. Em 2002, o brilho da estrela subiu de repente.

Acreditava-se que ela era uma simples nova, que é o que acontece quando o núcleo remanescente de uma estrela morta (conhecida como anã branca) suga muito gás hidrogênio de uma estrela vizinha, causando uma explosão fantástica. A estrela apagou após algumas semanas, como o esperado.

Mas menos de um mês depois, a estrela explodiu numa intensa luz novamente. Uma vez que o período de tempo entre as explosões era muito curto para ter sido causado por duas novas distintas, os astrônomos ficaram intrigados e tomaram um olhar mais atento. Foi então que eles descobriram o problema: não havia nenhuma anã branca.

A estrela tinha simplesmente explodido, por si só – e repetiu este processo de intensa variação de luminosidade várias vezes ao longo dos meses seguintes. Durante a sua erupção mais intensa, a estrela tornou-se um milhão de vezes mais brilhante que o Sol, e uma das luzes mais brilhantes do céu noturno.

Normalmente, as estrelas brilham intensamente um pouco antes de sua morte, mas as medições indicaram que a estrela tinha apenas alguns milhões de anos, uma simples criança em termos cósmicos.

Quando o Telescópio Hubble capturou uma imagem da estrela após as erupções, uma grande nuvem de gás e detritos foi vista acelerando para longe da estrela. Uma teoria é que a estrela havia colidido com algo não visto, como uma outra estrela ou planeta, mas os cientistas ainda estão intrigados com isso mesmo após 11 anos.


2. O planeta errante



CFBDSIR 2149–0403 é classificado como uma anã marrom. Esses corpos não conseguiram iniciar a fusão nuclear nos seus núcleos e, portanto, não conseguiram tornar-se estrelas reais. Embora caracterizada como uma estrela AB Doradus devido ao seu tamanho e massa, muitos outros o caracterizam como um gigante de gás.

Isso o tornaria um planeta sem uma estrela-mãe, algo que foi teorizado, mas nunca observado. Apenas quatro possíveis candidatos ao título de “planetas errantes” são conhecidos, o CFBDSIR 2149–0403 é o mais próximo da Terra, a cerca de 130 anos-luz.

Sem uma grande estrela em órbita, o seu movimento é influenciado por outras estrelas do grupo AB Doradus. Isso não quer dizer que ele viaje através do espaço sem destino, um equívoco comum sobre planetas errantes. Contudo, esse astros ainda são um grande enigma para os astrônomos.


1. O caso da poeira desaparecida



TYC 8241 2652 está localizada a 450 anos-luz de distância na constelação de Centauros. Acredita-se que ela tenha o mesmo tamanho do nosso Sol, mas é apenas uma criança, com 10 milhões de anos de idade. Como comparação, o Sol possui cerca de 4,5 mil milhões anos de idade.
De 1983 a 2008, os astrônomos analisaram um anel brilhante de poeira ao redor da estrela, visando observar o início de uma possível formação planetária, revelando novas ideias sobre a origem do nosso sistema solar.

Mas quando a estrela foi submetida a uma nova observação no início de 2009, os astrônomos ficaram surpresos: quando olharam através dos seus telescópios, eles não viram nada, a não ser a própria estrela. O disco brilhante de poeira desapareceu sem deixar rasto.

Ele não deixou para trás nenhum planeta, tampouco quaisquer sinais que indicassem para onde teria ido – ele simplesmente desapareceu. Os cientistas ficaram perplexos. Quando perguntado sobre isso, o astrônomo Carl Melis simplesmente declarou: “Nós não temos uma explicação realmente satisfatória para tratar o que aconteceu em torno desta estrela."

Fonte: Ciência-online

quarta-feira, 24 de junho de 2015

12 super-poderes que estão perto de acontecer

Quem nunca imaginou como seria a vida caso fosse um super-herói? Que criança nunca fantasiou salvar o mundo usando habilidades incríveis?

Imaginação, fantasia e heróis são palavras que em breve não combinarão mais, visto que cientistas visionários e hackers podem hoje criar superpoderes reais por encomenda, em alguns casos ultrapassando as tecnologias pensadas nos quadrinhos.

Veja uma amostra das maravilhas que devem se tornar acessíveis muito rápido:

12. Superforça

 


Vista em: O Incrível Hulk, Homem de Ferro, e muitos outros

Por enquanto, não há tecnologia que lhe permita arremessar um carro ou esmagar um edifício com seu punho, mas uma nova gama de exoesqueletos sendo fabricada pode dar a seus músculos mais potência. Trajes de fibra de carbono da Lockheed Martin e da Daewoo podem levantar mais de 20 quilos sem cansar o usuário, além de serem leves o suficiente para que ele possa subir uma escada usando-os. A próxima geração de designs deve ser capaz de levantar cinco vezes mais peso. Caso você queira evitar um traje completo, membros biônicos como o Titan Arm (braço robótico) podem servir ao seu propósito.

11. Voo


Visto em: Capitão Marvel, Super-Homem

A superpotência mais romântica com certeza é a capacidade de voar. Jetpacks têm evoluído desde a década de 1960, mas só se tornaram viáveis nos últimos anos, graças a ousadia do piloto Yves Rossy, que cruzou oceanos e montanhas com dispositivos que ele mesmo inventou. Já o australiano Martin Jetpack deve trazer essa emoção para o público geral: ele pretende comercializar sua tecnologia em 2016, com uma mochila a jato capaz de viajar a 74 km/h em altitudes de 1.000 metros.

10. Invisibilidade

 


Vista em: Space Ghost, Homem de Ferro

“Capas da invisibilidade” que escondem objetos estão avançando rapidamente. A tecnologia funciona através da blindagem de objetos de ondas de luz, mas atualmente precisa para operar a partir de um ponto fixo. Diversas instituições líderes em pesquisa estão trabalhando para criar invisibilidade que permaneça durante o movimento. Um projeto criativo usa seda como material para a capa, de modo que o usuário não só não seja detectado, como faça isso em grande conforto.

9. Visão de raios-X

 


Vista em: Super-Homem, Mulher-Maravilha

Sim, óculos de realidade aumentada já estão sendo desenvolvidos. Uma startup americana, por exemplo, criou um que permite que os motoristas vejam através de portas de carro, adicionando ou removendo camadas da visão. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, também desenvolveram um sistema que utiliza sinais de Wi-Fi para construir imagens de objetos atrás de paredes, enquanto cientistas holandeses estão usando ondas de luz para ver dentro do corpo.

8. Respirar debaixo d’água

 


Visto em: Aquaman

Alguns grãos de cristal pode ser tudo o que precisamos para ficar debaixo d’água por dias inteiros. A descoberta de um novo mineral com poderes surpreendentes para absorver o oxigênio da água e mantê-lo durante longos períodos de tempo pode ter implicações profundas para mergulhadores e exploração submarina. Outra abordagem que alcançaria o mesmo efeito seria a criação de um traje que alimenta líquido oxigenado para seu usuário.

7. Ecolocalização

 


Visto em: Demolidor

Biohackers experimentais têm sido pioneiros no uso de implantes que lhes permitem detectar campos magnéticos e, assim, orientar-se sem necessidade de visão ou som. A tecnologia de ecolocalização, que imita os radares de morcegos, poderia ser transformadora para cegos e surdos. Cientistas profissionais estão estudando uma maneira de usá-la para mapear salas sem recursos visuais.

6. Telepatia / telecinésia

 


Vista em: Professor X

A comunicação através de ondas cerebrais está se tornando cada vez mais refinada conforme os cientistas melhoram a tecnologia de interface cérebro-computador. O laboratório Dr. Miguel Nicolelis tem sido capaz de passar mensagens entre dois sujeitos conectados em diferentes países, bem como mover objetos usando apenas o poder da mente. A tecnologia Biostamp promete fazer a atividade cerebral legível a qualquer hora, em qualquer lugar.

5. Visão noturna

 


Vista em: Fera, Noturno

O biohacker Gabriel Licina injetou clorina e6, um produto químico encontrado em peixes de profundidade, nos seus olhos para adquirir visão noturna temporariamente. Durante os testes, ele foi capaz de ver com precisão até 50 metros na escuridão total. Se isso parece muito assustador para você, uma variedade de lentes de contato biônicas podem oferecer função de zoom, melhorar a sua visão e conectar seus olhos à internet sem o uso de agulhas.

4. Autocura

 


Vista em: Tempestade, Wolverine

Um herói precisa ser capaz de se curar rapidamente, visto que o combate faz parte de sua vida, mas ele não pode demorar demais para voltar à ativa. O pessoal da Darpa (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa, dos EUA) quer o mesmo para seus soldados: que eles possam continuar lutando mesmo com ferimentos. O grupo está desenvolvendo um implante miniatura para monitorar órgãos internos, capaz também de estimulá-los e tratá-los para manterem função perfeita. A tecnologia também pode ser aplicada no cérebro em caso de lesão física, bem como em condições mentais, como transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

 3. Supervelocidade

 


Visto em: Blade, Flash

O laboratório da Darpa também está trabalhando em um jetpack leve que mantém o usuário no chão, mas ajuda-o a correr mais rápido e por mais tempo sem se cansar. Os testes iniciais resultaram em soldados correndo em tempos dramaticamente mais rápidos; essa velocidade extra poderia revelar-se fundamental para missões no campo de batalha. Futuras edições devem acelerar o ritmo ainda mais.

2. À prova de bala

 


Vista em: Batman

O traje elegante do Batman faz mais do que impressionar potenciais interesses amorosos. Porém, ainda que o Kevlar de Bruce Wayne possa parar uma bala, seria interessante se fosse mais leve, feito por exemplo a partir de um gel que endurece com o impacto, proporcionando maior proteção enquanto permite livre circulação. A empresa colombiana Miguel Caballero já produz uma gama de roupas à prova de bala que combinam qualidade, estética e estilo.

1. Escalar paredes

 


Visto em: Homem-Aranha

Inspirado em um animal conhecido como gecko, o programa “Z-Man” da Darpa permite que pessoas subam por um vidro vertical, utilizando um conceito da física chamado de “força de Van der Waal” para mantê-las conectadas a superfície. A Universidade de Stanford (EUA) também está desenvolvendo um sistema semelhante que funciona em outras superfícies além do vidro, carregando pesos maiores

quarta-feira, 17 de junho de 2015

8 filmes que foram inspirados por clássicos da literatura

O sempre exuberante diretor Baz Luhrmann surpreendeu muita gente quando resolveu embalar a adaptação do clássico de F. Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby (2013), em uma trilha sonora repleta de hits pop (para o desespero de muitos). Mas se engana quem pensa que essa ~liberdade criativa~ é novidade em Hollywood. Releituras bem mais ousadas de clássicos da literatura já apareceram na telona – e, se bobear, é possível que a referência tenha passado despercebida. Relembre 8 releituras pop de clássicos da literatura:

1. Amor, Sublime Amor (1961)


01Inspirado em: Romeu e Julieta, de William Shakespeare
Não tem jeito: desde a publicação de Romeu e Julieta, na década de 1590, a história de amantes de famílias rivais se tornou a fórmula mágica para um bom conto de amor impossível e inspirou (e segue inspirando) inúmeras adaptações, releituras e reinvenções. 

Uma delas é o clássico Amor, Sublime Amor, vencedor de dez prêmios Oscar, incluindo o de Melhor Filme. No musical, Montechios e Capulettos dão lugar a gangues rivais da cidade de Nova York: Tony é o antigo líder dos Jets, gangue formada por garotos brancos de Nova York; Maria é irmã do líder da rival Sharks, composta por imigrantes porto-riquenhos. 

Longe de adagas e vicários, é através da música e da dança que encontros e desencontros aparecem na telona. “Tony e Maria, nosso Romeu e Julieta, se distanciam dos outros jovens por seu amor, por isso tentamos colocá-las ainda mais distante por sua língua, suas músicas, seu movimento”, explicou o roteirista do musical da Broadway (que inspira o filme) Arthur Laurents, em 1957, ao New York Herald Tribune.

2, 3 4. My Fair Lady (1964), Uma linda mulher (1990) e Ela é Demais (1999)


0304
Inspirados por: Pigmaleão, de George Bernard Shaw
O conto remete à Roma Antiga: na mitologia, o escultor Pigmaleão entrou em uma cilada – se apaixonou pela estátua que esculpiu ao tentar reproduzir uma ideia de mulher ideal. #climão Foi inspirado neste conto que, em 1913, George Bernard Shaw escreveu a peça teatral que conta a história de Eliza Doolittle, mendiga que vende flores nas ruas escuras de Londres até conhecer Henry Higgins, culto professor de fonética que, ouvindo o horrível sotaque da garota, aposta com um amigo que é capaz de transformá-la em uma dama da alta sociedade dentro de 6 meses. Você já pode imaginar como termina esta história.
A peça teatral foi transposta para os cinemas em 1964, no filme My Fair Lady, que trouxe Audrey Hepburn no papel da humilde Eliza, mas também inspirou adaptações “menos convencionais”:Uma Linda Mulher, filme de 1990 que trouxe Julia Roberts na pele da prostituta que conquista o coração do empresário vivido por Richard Gere; e Ela é demais, filme teen de 1999 que tinha Freddie Prinze Jr. no papel da estrela do time de futebol do ensino médio que aceita a aposta de transformar uma garota desajeitada e impopular em queridinha do colégio.


5. Grandes Esperanças (1998)


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Inspirado por: Grandes Esperanças, de Charles Dickens
Diferentemente das outras releituras desta lista, aqui filme e livro têm o mesmo nome. Mas, caso você tenha assistido despretensiosamente ao filme dirigido por Afonso Cuarón em 1998, pode nem ter percebido que ele é inspirado no clássico escrito por Charles Dickens em 1861. Isso porque mais de um século – e um oceano – separam as duas versões do conto. 

Esqueça a Inglaterra pobre tão marcada nos livros do britânico (como não se lembrar do prato de fome de Oliver Twist?): o filme do diretor de E sua mãe também… Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban transporta os personagens para a Nova York dos anos 1990, um universo tingido pelo verde da esperança de um amor que perdura décadas. No longa, o apaixonado Pip foi rebatizado como Finn e é vivido por Ethan Hawke; já a fria Estella é encarnada por Gwyneth Paltrow.
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6 e 7. Feito Cães e Gatos (1996) e Correndo Atrás (2000)


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Inspirados por: Cyrano de Bergerac, peça de Edmond Rostand
Escrita em 1897 pelo francês Edmond Rostand, a peça Cyrano de Bergerac conta a história do personagem-título, um herói romântico que nutre uma paixão secreta por sua prima distante, a bela Roxane. Apesar de seus muitos talentos como duelista, músico e poeta, Cyrano acredita que sua aparência o impossibilitaria de conquistar o afeto de sua amada. 

Quando Roxane se apaixona pelo atraente, mas pouco eloquente Christian, o herói acaba sendo colocado em uma difícil situação: respondendo ao pedido de seu amigo, é Cyrano que escreve as cartas que Christian envia para Roxane, que (é claro!) se apaixona pelas doces palavras do amante. A trama perfeita para uma comédia romântica, não é mesmo? Os roteiristas de Hollywood certamente acharam que sim.
No final da década de 1990, dois filmes inspirados pela peça chegaram aos cinemas: Feito Cães e Gatos (1996) e Correndo Atrás (2000). No primeiro, Abby é uma veterinária com problemas de autoestima que apresenta um programa de rádio voltado para donos de animais de estimação; quando um ouvinte a convida para sair, Abby decide pedir a Noelle, sua amiga e modelo profissional, que a “substitua” no encontro. Uma receita para o desastre. Já em Correndo Atrás, a clássica peça vai parar nos corredores de um colégio e o “Cyrano moderno” é Ryan, o nerd apaixonado pela garota mais popular da escola, que busca a ajuda da estrela do time de futebol para conquistá-la.

8. O Diário de Bridget Jones (2001)
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Inspirado por: Orgulho e Preconceito, de Jane Austen
A atrapalhada Bridget Jones e tempestiva Elizabeth Bennet não viveram na mesma época (e nem mesmo no mesmo livro), mas ambas têm um caso de ódio e amor com um Sr. Darcy. Não é apenas uma coincidência. Ao escrever O Diário de Bridget Jones, livro que inspirou a adaptação cinematográfica de mesmo nome em 2001, a autora Helen Fielding se inspirou em Fitzwilliam Darcy, personagem de Orgulho e Preconceito, para criar Mark Darcy – personagem vivido nos cinemas por Colin Firth. A autora também se inspirou na obra escrita em 1813 por Jane Austen para criar outras situações do romance contemporâneo: em ambas as histórias, uma série de enganos e mentiras faz com que as mocinhas desprezem Darcy, que demora (até ser quase tarde demais) para desfazer os mal entendidos que impedem o romance.

Fonte: Super Interessante

terça-feira, 16 de junho de 2015

As 10 piores maneiras de morrer na natureza

O risco é o que nos atrai às aventuras, mas qualquer um que resolva ir para algum lugar selvagem deve estar preparado: na natureza, existem incontáveis formas de morrer. Confira as mais desagradáveis, ignominiosas, e terríveis delas:

10. Morrer em uma queda

 


Você não tem tempo para sentir medo. Centésimos de segundos depois de perder o apoio, o reflexo do susto entra em ação, e seus braços se esticam para agarrar alguma coisa. Mas não há nada para se agarrar. Você está em queda livre, sem corda e sem um colega para te segurar. Você se pergunta no que estava pensando, mas é muito tarde. A gravidade acelera o seu corpo e você cai 9 metros – a altura de um prédio de 3 andares – em 1,4 segundos.

Você ouve um “crack”, sua perna direita atingiu uma projeção da parede e você rodopia por mais 6 metros antes de cair numa laje de granito, com o vale a 30 metros abaixo.

Você tenta respirar, mas a força da queda comprimiu seu diafragma, expulsando o ar dos pulmões. Você consegue arquejar espasmodicamente uma, duas vezes, então uma onda de náusea cresce e você vomita seu lanche. O corpo instintivamente sabe que vai precisar de toda energia possível, e a digestão do café-da-manhã vai consumir muita energia.

Você então nota algo, parece um galho, destacando-se do nylon da sua calça. Uma segunda olhada e você percebe que é seu fêmur direito, despedaçado em uma fratura exposta, com sangue fluindo do ferimento na cintura. Mas você não sente dor, pelo menos não muita, ou melhor, ainda não. O bloqueio da dor é obtido através de muita endorfina nos terminais nervosos.

Ao mesmo tempo, você experimenta o que os médicos de emergência chamam de “hora dourada”, quando, logo após um trauma, seu corpo pode manter a pressão sanguínea apesar da hemorragia. Você sente uma dor surda no torso quando atinge o chão; não só quebrou as costelas da nona até a décima-segunda, mas também rompeu o baço, um órgão do tamanho de um pulso, no lado esquerdo do abdômen, responsável por filtrar o sangue. O sangue está fluindo lentamente para a cavidade abdominal.

Você chama o número de socorro no celular, mas o sinal está bloqueado pelas paredes do cânion. Quando um caçador vê seu corpo vários anos mais tarde, os ossos dos seus dedos ainda estão em torno do plástico desgastado do seu celular.

9. Morto por um Casuar

 


Imagine-se em um acampamento, em algum ponto da região nordeste da Austrália. Você se afasta da fogueira, percebe um risco azul e ouve um som muito baixo para ser um pássaro e muito alto para ser um trovão.

Você resolve investigar, caminhando com cuidado, até dar de cara com uma ave de 1,80 m de altura e 58 kg. Você a examina, mas não percebe sua garra de 12 cm do dedo do meio. A ave parece mansa, só que já foi alimentada várias vezes por outras pessoas, e agora espera que você a alimente também.

Você sabe que não se deve alimentar animais selvagens, mas joga a latinha de cerveja na direção dela. A ave não se move e você resolve ser um pouco mais valente, e avança em direção à ela, fazendo um falso ataque. Ela move a cabeça e você acha que ela vai atrás da cerveja, mas, em vez disso, ela te ataca.

Repentinamente, você se torna uma das 221 vítimas de ataque de casuares. Você ri e se vira para correr, achando que o velociraptor moderno é fácil de deixar para trás. Você está errado. A ave é capaz de correr até 50 km/h, acompanhando você facilmente.

O pássaro chuta e você tropeça em um tronco. Em uma fração de segundos, ele salta cerca de 1,5 m no ar, caindo ao lado do seu pescoço. Você cobre a cabeça com medo enquanto o casuar se aproxima. Com um chute poderoso, ele abre uma ferida de 1,5 cm na sua carótida.

Um vizinho ouve teus gritos e afasta o casuar. Oito minutos depois do corte, você fica inconsciente. O campista tenta estancar a hemorragia, mas não consegue. Você se torna a segunda pessoa, desde 1926, a ser morta por um casuar.

8. Insolação

 



Temperatura do corpo: 38,33°C. Você ignora o fato que a temperatura do ar é quente demais para uma competição de bicicleta, afinal de contas, se chegar ao topo, você ganha!

38,89°C, a cada pedalada, a temperatura do corpo aumenta um pouquinho. Você está na zona da “febre de exercício”, que atletas treinados conseguem suportar sem problema.

39,44°C. A cada 9 segundos, cada uma das duas milhões de glândulas sudoríparas expele uma gota de umidade por um poro, e então se recarrega. Sem o mecanismo de resfriamento do suor, o esforço aumentaria 1°C a cada minuto, e você sofreria uma insolação em 12 minutos.

40°C, a subida fica mais íngreme e você fica em pé sobre os pedais. Você sente dores nos bíceps, batata da perna e músculos abdominais – são as cãibras de calor, que se acredita serem o resultado de perder muito sódio pelo suor. O coração bate, mas não consegue manter as veias e artérias cheias. Elas estão dilatadas ao máximo para eliminar o calor do interior do corpo. A pressão baixa, o cérebro começa a perder oxigenação, e a visão fica turva.

40,56°C, você começa a alucinar. As dores passam, a linha do final está à frente. Você sabe que venceu, mas por algum motivo não tem ninguém esperando. Você sai da estrada e cai em um barranco. Tudo fica preto.

41,11°C, deitado inconsciente, você sofre uma insolação. A taxa metabólica celular – a velocidade com que as células transformam combustível em energia – acelera. Teu corpo está cozinhando por dentro.

41,67°C Você vomita repetidamente, e seu esfíncter afrouxa.

42,78°C, todos os teus músculos estão em convulsão.

43,33°C a 45°C, as mitocôndrias e proteínas celulares dissolvem. O coração e pulmão começam a sofrer hemorragias. O sangue coagula nas veias. O calor danifica o fígado, rins, cérebro, e perfura a parede intestinal. As toxinas das bactérias intestinais entram na corrente sanguínea, o que poderia causar um choque séptico. O coração para.

Você é encontrado no fim da tarde, bem depois do fim da corrida. Não tem mais pulso, mas o corpo ainda está quente.

7. Morto por um urso

 


Em uma tarde serena na Sierra Nevada, você admira o pôr do sol da varanda da cabana. Um barulho que parece uma trovoada atrai a sua atenção e você vê, à esquerda, um enorme urso negro em disparada na tua direção, a boca cheia de baba.

Você sabe que ataques fatais de ursos são extremamente raros, algo como duas pessoas por ano, e hesita. Mas este macho solitário e faminto sentiu o cheiro do seu lixo e agora está caçando você.

Você salta e corre para dentro da cabana, achando que está seguro. Um minuto mais tarde o animal arrebenta uma janela e entra. Você bate latas e panelas, sem resultado, e então corre para o quarto. Normalmente, o urso fugiria, mas, hoje, ele te segue.

Ele te acerta no ombro, te derrubando. Te segurando com as patas, ele arranca teu escalpo com os dentes. Você o ouve arranhar teu crânio enquanto sente dores terríveis. Em uma tentativa desesperada de se defender, você rola, e acaba expondo a garganta. O urso morde.

No dia seguinte, guardas florestais abatem o urso quando ele tenta invadir outra casa. Eles encontram restos humanos no estômago do mesmo.

6. Afogamento

 


3 segundos. Você acabou de virar o caiaque em um buraco no meio do rio, e consegue engolir 5 litros de ar para dentro dos pulmões antes de cair de cabeça nele. Como o ar tem 20% de oxigênio, isto significa que você tem 1 litro de oxigênio nos pulmões. A água fria dispara a “resposta de mergulho” no seu corpo: sua taxa de batimentos cai, e as veias e artérias se contraem, canalizando o sangue oxigenado para o cérebro e órgãos, em vez dos membros.

12 segundos, você tem 825 ml de oxigênio. Um ser humano normal pode prender a respiração por 90 segundos antes de desmaiar. Você começa a sentir o estresse nos pulmões, e sensores no cérebro estão percebendo o aumento de dióxido de carbono no sangue, sinalizando aos pulmões que devem exalar.

37 segundos, e seu sangue que é normalmente vermelho pela oxigenação está ficando azul. Você sente o aumento de ácido lático nos braços e pernas devido à falta de oxigenação. Você coloca a cabeça para fora da água, e consegue liberar dióxido de carbono, mas quando começa a inspirar, o buraco te puxa para dentro. Você engasga, e sua laringe começa a sofrer espasmos devido ao reflexo de fechar para manter os pulmões sem água.

1min23s, 220 ml de oxigênio sobrando. Você perde a consciência. A água que foi inalada lava o surfactante, uma cobertura proteica que impede o colapso dos pulmões. Se for salvo agora, você pode morrer algumas horas depois devido a um “afogamento secundário”, à medida que os pulmões se enchem de fluido.

4min21s, o fraco batimento cardíaco joga algum oxigênio residual ao cérebro. Em terra firme, os danos cerebrais começam cerca de quatro minutos depois que a respiração para. Depois de dez minutos, as chances de recuperação são quase zero. Estes tempos são menores para vítimas na água, principalmente água fria.

19min36s. Exceto pelos impulsos elétricos fraquíssimos, seu cérebro parou de funcionar. O corpo normalmente afunda, e depois volta a flutuar quando se enche de gases resultantes da decomposição. Ainda vestindo o colete salva-vidas, ele gentilmente gira em uma corrente 800 metros adiante.

5. Paralisado por polvo de anéis azuis

 



Você tirou o polvo da água por poucos segundos. Ele mudou de cor, mostrando anéis azuis. Quando você o devolve ao oceano, percebe uma gota de sangue na sua mão. Você nem mesmo sentiu a mordida.

Não há presas, nem ferrão. Você foi mordido por um polvo de anéis azuis, e a neurotoxina tetradotoxina, 10.000 vezes mais tóxica que o cianeto, foi injetada 5mm dentro da sua pele, e agora viaja pelo seu corpo. Em alguns minutos, sua boca fica seca. Logo depois, a face e a língua ficam entorpecidas, até que você perde a capacidade de falar e caminhar se torna impossível.

Sua namorada chama por uma ambulância depois que você colapsa, mas você fica consciente enquanto a neurotoxina paralisa o seu corpo. Os paramédicos lhe colocam de lado para que você não sufoque no próprio vômito, mas eles não sabem mais o que fazer, e você não consegue falar a eles das suspeitas que tem do polvo.

Quinze minutos depois da mordida, seus músculos responsáveis pela respiração estão paralisados. Você fica inconsciente, e o coração continua batendo – até a asfixia.

4. Morto por uma lesma marinha

 



A praia está coberta de conchas, mas uma lesma em forma de cone, com tons de bege e ferrugem, chama a sua atenção. Você se abaixa e a pega, colocando-a no bolso. Imediatamente, você sente uma dor intensa na perna direita e dificuldade de respirar.

Você suspeita que uma das conchas deve ser a culpada, então joga todas fora e continua caminhando em direção ao acampamento. O andar vai ficando mais difícil. A perna direita está amortecida. Você fica preocupado e tira o shorts, e percebe uma pequena marca parecida com uma ferroada.

Quinze minutos depois da lesma ter lhe arpoado, com uma mistura letal de mais de seis peptídeos, você sente uma forte dor de cabeça. A perna direita continua a inchar, e você engole uma aspirina para a dor e vai em direção à fogueira. Em seguida, você começa a vomitar. Sem apetite, você manca de volta para a tenda.

A fala fica enrolada – não que tenha alguém para lhe ouvir – e você vai ficando paralisado. O veneno da lesma bloqueia os canais de cálcio e sódio no sistema nervoso central, causando paralisia.

Quando um amigo preocupado vai checar a sua barraca de manhã, encontra você coberto de vômito – e sem pulso.

3. Morto por abelhas

 


Você ouve primeiro um zumbido indistinto. Você chega ao próximo ponto de apoio, ignorando o zumbido, quando sente uma ferroada no polegar direito. Confuso e alarmado, você olha para cima e vê uma colmeia.

As primeiras ferroadas não te colocam em perigo, você não é alérgico. Mas seu destino foi selado por elas. Cada ferroada é acompanhada de um ferormônio de alarme, com cheiro parecido com banana, e coloca o resto da colmeia em um frenesi de defesa.

As abelhas começam a chover da colmeia. Cada polegada do teu corpo é ferroada, mas elas parecem ter preferência pela cabeça e pescoço, áreas bastante vascularizadas. Tentando afastá-las, você acaba engolindo um punhado de abelhas, que ferroam sua garganta.

Seus amigos lhe salvam, mas você está coberto com mais de mil ferroadas. A dose letal em humanos é estimada entre 500 e 1.200 ferroadas. Mas você ainda pode receber medicação. No penhasco, você começa a vomitar e a sofrer de diarreia e incontinência, mas seus amigos ainda estão lhe ajudando a percorrer a trilha até os paramédicos e lhe levam ao hospital.

Um dia depois, você sai do hospital, com boa saúde. O que você e os médicos inexperientes não sabem é que você estará morto em uma semana. As proteínas do veneno estão dissolvendo células sanguíneas e tecido muscular, liberando detritos. À medida que se acumulam, os rins entopem e você começa a sofrer de falência renal. Dois
dias depois, você volta ao hospital e morre antes que os médicos consigam iniciar uma diálise.

2. Morto por uma pinha

 


Sem que você saiba, algo sinistro se esconde nos galhos acima da sua cabeça. Uma bala de canhão de 10 kg solta-se do galho e cai na direção da sua cabeça enquanto você passeia sob o antigo pinheiro.

A pinha gigante cai de 27 metros de altura, acelerando até uma velocidade de mais de 9 metros por segundo, caindo com a força de uma bola de boliche de um prédio de nove andares.

Você ouve algo se quebrando e olha para cima a tempo de ver um objeto espinhoso, verde e aerodinâmico caindo em direção ao seu rosto. Se você não estiver usando um capacete, é o fim.

1. Morto por um castor

 


A piscina dos castores é convidativa. Com temperaturas em torno dos 32°C, você decide fazer um mergulho após uma caminhada.

Você está nadando de volta à beirada quando sente uma dor do tornozelo à coxa. A perna direita balança inútil enquanto você se bate na água rasa. Agarrando-se a algumas algas, você consegue chegar à beirada.

Você se arrasta pra fora da água, e vê uma grossa faixa vermelha na piscina. O sangue corre de sua perna enquanto você chama por socorro, com os dedos trêmulos no celular.

Você nunca chegou a ver o culpado aquático, um roedor ferozmente territorial com mandíbulas poderosas, capazes de derrubar uma árvore de 90 cm de diâmetro. Quando o socorro chega, você já morreu de hemorragia por causa de uma artéria cortada, e um tendão de aquiles rompido.

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